Chefes Agressivos – Uma História de Violência e Poder

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O que motiva os chefes agressivos e como erradicar esse comportamento

Não importa o quão forte você bate, mas o quanto você aguenta apanhar e continuar lutando“. Essa frase poderia ter sido escrita por um grande filósofo ou professor, mas é na verdade de um famoso personagem da ficção: Rocky Balboa, o boxeador mais azarado dos cinemas. Ele trouxe esse, que para mim, é um dos maiores insights dos últimos tempos e nos ensina como lidar com as mazelas da vida corporativa.

A frase resume bem o que muitas pessoas (ou a maioria) precisam fazer se quiserem ter sucesso no mundo dos negócios, afinal, na vida real as pancadas também vêm de todo lado. Seja um cliente exigente, um fracasso, um colega estressado ou, principalmente, chefes agressivos, precisamos estar preparados para “apanhar” e continuar “lutando”.

É bom ficar claro que não estamos falando da pressão por resultados, que é natural e até saudável para todas as organizações e funcionários. O excesso, a ameaça e a humilhação são coisas bem diferentes. Infelizmente, é difícil encontrar alguém em uma fase intermediária da carreira que não tenha tido experiências negativas com um chefe que apelava para a grosseria, então, a frase do Rocky é perfeita para definir essas situações corporativas, mas não deveria ser.

Afinal, nosso trabalho é parte importante das nossas vidas para ser algo que nos faça mal. Para entender o porquê da liderança e medo ainda se correlacionarem nos dias de hoje, fui atrás de algumas respostas. Vamos precisar viajar um pouco no tempo e falar da história de um tema bastante controverso.

Breve (e surpreendente) História da Violência

Essa não é uma história muito bonita, o ser humano é violento desde nossos mais antigos ancestrais. Os primeiros homo-sapiens chegaram ao mundo com o “pé na porta”, a Teoria da Substituição conta uma história de incompatibilidade e repulsa com os nossos irmãos Homo erectus e Neandertais, com a possibilidade de que nossa espécie tenha reinado por meio de seguidos genocídios. A verdade é que todo ecossistema da época sofreu grandes prejuízos com a nossa chegada.

Após muitos anos de massacre, tivemos uma crucial transição, em que a agricultura estava substituindo a caça e a coleta. Sinais de tempos de paz? Um bom exemplo da vida naquela época é de Otzi, o Homem do Gelo, como ficou conhecido após ser encontrado em 1991 nos alpes, lugar que fora seu túmulo por mais de 5 mil anos. Junto com Otzi, foram encontrados diversos acessórios que deixam claro como aqueles anos poderiam ser agitados. Com a palavra, Steven Pinker:

“O Homem do Gelo tinha uma flecha incrustada no ombro. Ele não havia caído em uma geleira e morrido congelado, como os cientistas originalmente supunham; Otzi fora assassinado. Tinha cortes não cicatrizados nas mãos e ferimentos na cabeça e no peito. Análises de DNA encontraram vestígios de sangue de duas outras pessoas em uma de suas pontas de flecha, sangue de uma terceira em sua adaga e de uma quarta em sua capa”

Os anos que se seguiram são bem conhecidos por todos nós, guerras medievais, assassinatos, invasões e escravidão, tudo regado a muita violência. A própria Bíblia mostra sinais históricos dessa particularidade da nossa espécie, Matthew White, estudioso que montou um banco de dados com as baixas estimadas das principais guerras, massacres e genocídios da história, informa que aproximadamente 1,2 milhão de mortes violentas são especificamente enumeradas na Bíblia. Verdadeiras ou não, as passagens mostram um pouco desse lado sombrio da nossa história.

Esses são apenas alguns (pouquíssimos) exemplos históricos da violência. A pergunta que fica é: O que motivou a humanidade a tantos massacres?

Para quê tanta violência?

Richard Dawkins, em seu livro O Gene Egoísta, oferece uma resposta, ele convida o leitor a imaginar os animais (incluindo os seres humanos) como “máquinas de sobrevivência“, que fazem tudo para proliferar seus genes e afastar seus competidores de recursos finitos:

A seleção natural favorece genes que controlam suas máquinas de sobrevivência de modo a fazê-las usar seu ambiente da melhor forma possível. Isso inclui usar do melhor modo possível outras máquinas de sobrevivência, da mesma espécie ou de outras“.

A teoria de Dawkins explica apenas parcialmente nosso comportamento agressivo, afinal, após a revolução cognitiva, quando os humanos passaram a ser mais racionais, a violência entre seres da mesma espécie, como no exemplo do Otzi, deveria ter diminuído.

Para complementar o entendimento, outro grande pensador, Thomas Hobbes, em sua obra, Leviatã, faz uma análise precisa do que motiva a violência entre seres humanos:

Encontramos na natureza do homem 3 principais causas de contenda. Primeira, a competição; segunda, a desconfiança; terceira, a glória. A primeira leva o homem a invadir pelo ganho; a segunda, pela segurança; a terceira pela reputação, por ninharias, como uma palavra, um sorriso, uma opinião diferente e qualquer outro sinal de desapreço, seja diretamente a sua pessoa, seja por reflexo em seus parentes, seus amigos, sua nação, sua profissão ou seu nome.”

Tais motivações levaram a humanidade a confrontos em proporções inimagináveis, na Segunda Guerra Mundial, estima-se que o número de mortos represente quase 4% da população mundial da época. Segundo o historiador Geoffrey Blainey, “Essa, sim, era uma guerra mundial. Nenhum acontecimento anterior, na paz ou na guerra, tinha refletido tanto o encolhimento do mundo“.

Tempos de Paz

Após a Segunda Guerra Mundial, a humanidade, pela primeira vez, se viu diante da possibilidade da autoaniquilação com as ameaças nucleares e vivenciou um grande número de conflitos e genocídios. Mas, segundo o escritor e historiador Yuval Noah Harari, essas décadas após a Segunda Guerra foram a era mais pacífica da história humana.

Isso é surpreendente, porque essas mesmas décadas presenciaram mais mudanças econômica, social e política do que qualquer era anterior. A maioria das pessoas não percebe o quão pacífica é a era em que vivemos. Nenhum de nós estava vivo há mil anos e por isso nos esquecemos facilmente de que o mundo costumava ser mais violento.”

O gráfico abaixo mostra evidencias desse fenômeno, mostrando o declínio de mortes em conflitos após os anos 50.

chefes agressivos e a evolução da violência

O motivo da queda da violência é uma complexa (e ainda incompreendida) relação entre muitos fatores, como a imposição de regras sociais, leis, alfabetização, tecnologia, pensamento científico, religião, reflexão moral, economia, desenvolvimento da indústria, sanções políticas pós-guerra e novas formas de relações interpessoais – como a hierarquia, por exemplo.

Paz que ninguém vê

Agora, você pode estar questionando essas informações, afinal, é só sintonizar em qualquer telejornal e assistir notícias tão terríveis que são capazes de causar inveja até nos produtores do Netflix.

Acontece que a violência sempre chamou a atenção dos seres humanos. É por isso que o Coliseu fazia tanto sucesso na Roma antiga e o UFC nos dias de hoje, assim como os meios de informação exploram tanto as mais terríveis notícias – lembre-se que é a audiência (ou a demanda ou o Ibope) que determina a programação, não o contrário.

Some a esse fato o aumento sem precedentes de fontes de informação e teremos a percepção que o mundo é cada vez mais violento. Martin Lindstrom cita esse fenômenos em seu livro Small Data, segundo ele a vida nunca foi tão segura nos Estados Unidos quanto hoje:

Os cidadãos sentem o crime aumentando, embora não esteja crescendo, pois é maior o número de programas de televisão envolvendo crimes e a televisão explora o tema pelo viés emocional. Um caso terrível de tiroteio fortuito, repetido inúmera vezes na televisão e internet, tem maior efeito visual do que as estatísticas impressas no jornal“.

Uma nova forma de poder: a hierarquia

Sabeis o que é para mim o mundo? Uma monstruosidade de forças, sem princípio, sem fim, uma economia sem despesas e perdas, mas também sem acréscimos ou rendimentos, esse meu mundo de criar-se a si próprio e em seguida destruir-se a si próprio, sem alvo, sem vontade. Esse mundo é vontade de potência e nada além disso!”

Nietzsche

O declínio na violência física não aconteceu isoladamente, junto com ele, novas formas de poder e dominação surgiram, afinal, apesar das revoluções culturais, as “máquinas de sobrevivência” continuam motivadas pela tríade hobbesiana (competição, desconfiança e glória). O sociólogo Michel Foucault resume bem o desenrolar dessas relações de poder:

  • Na idade média, o exercício do poder, como torturas públicas e execuções, era o método usado por figuras de autoridade na sociedade feudal para coagir seus súditos à obediência.
  • Com o surgimento do Iluminismo na Europa, no entanto, a violência e a força foram vistas como desumanas e, mais importante, como um meio não efetivo de exercer o poder.
  • No lugar da coação violenta, surgiu um meio mais convincente de controlar o comportamento: a disciplina.
  • O estabelecimento de prisões, hospícios, hospitais e escolas caracterizou a mudança da noção de meramente punir fisicamente, para um exercício disciplinar de poder.

Ainda segundo Foucault, o poder não é apenas exercido pelo estado ou pelos capitalistas, mas pode ser visto em qualquer nível da sociedade, “o poder está em todo o lugar e vem de todo lugar, como nas relações de pai e filho ou empregado e empregador“.

O fato é que desde pequenos fomos condicionados a entender que existem dois tipos de pessoas: quem manda e quem obedece. Hoje devemos obedecer nossos pais, os mais velhos e os professores, mas amanhã, seremos nós que estaremos no comando. Harari afirma que “todas as sociedades são baseadas em hierarquias imaginadas“.

O exercício da hierarquia como forma de poder, pode ser tão perigoso quanto a violência física. Em 1963, o psicólogo social Stanley Milgram divulgou os resultados de uma experiência demonstrando que a maioria das pessoas é capaz de causar danos profundos aos outros se receber ordens nesse sentido de uma figura de autoridade: “isso porque somos socializados desde cedo para sermos obedientes, nos sentimos obrigados a acatar os comandos das figuras de autoridade mesmo quando entram em conflito com os nossos próprios valores morais“.

Finalmente, os chefes agressivos.

Chegamos a um ponto crucial desse post, junte a noção de hierarquia, como uma nova forma de poder, com ambientes altamente competitivos, cheios de incertezas e uma grande guerra de egos e teremos o cenário perfeito para o surgimento de chefes agressivos.

Existem, ainda, algumas situações e traços de personalidade que explicam o motivo de algumas pessoas serem mais suscetíveis à violência.

  • SDO (Social Dominance Orientation)

A teoria afirma que algumas pessoas têm tendência a ter uma visão de mundo altamente competitivo, um ambiente que se resume a vencedores e perdedores. Segundo a HBR, líderes com alto SDO tendem a atacar subordinados que se destacam e possuem algum talento que possa ameaçar o seu “domínio“.

Steven Pinker explora essa dinâmica e cita outras características e situações que podem desencadear ataques:

  • Vulnerabilidade

Se o agressor pensa que seu alvo é vulnerável a ser aniquilado em um primeiro ataque, não tem motivo para temer uma retaliação. E se ele pensar que, uma vez atacado, a vítima pode racionalmente se abster de retaliar, ele poderá explorar essa racionalidade e atacá-la impunemente.

  • Valor Social

Estudos estabeleceram que a presença de uma plateia dobra a probabilidade de que uma discussão entre dois homens evolua para a violência. A dominação tende a explodir em agressividade dentro de pequenos grupos, tais como gangues e locais de trabalho, em que o posto de uma pessoa dentro do coletivo determina a integridade de seu valor social.

  • Autoestima

A agressividade não é um problema de carência e sim de excesso de autoestima, particularmente aquela imerecida. A autoestima pode ser medida e pesquisas mostram que são os psicopatas, desordeiros de rua, valentões, maridos espancadores, estupradores em série e perpetradores de crimes de ódio que a possui em maior grau.

Efeitos da violência corporativa

Os traços da personalidade inclinada à violência tornam-se ainda mais pretensiosos quando contaminam líderes, pois as obsessões destes podem afetar centenas de milhões de pessoas e não apenas os poucos infelizes que vivem com eles ou cruzam o seu caminho”.

Steven Pinker

Até aqui, vimos algumas considerações importantes sobre o comportamento humano:

  1. Podemos ser instintivamente violentos se nos sentirmos ameaçados.
  2. A competição, a desconfiança e a honra são gatilhos da violência.
  3. Com o declínio da violência física, uma nova forma de poder surgiu, a hierarquia.
  4. Aprendemos desde cedo que existem líderes e liderados.
  5. Tendemos a seguir ordens de figuras de liderança, mesmo que sejam contra nossos valores morais.
  6. O comportamento agressivo tende a ser copiado.
  7. Os ataques agressivos são influenciados por: vulnerabilidade e baixa moral da vítima, valor social da ação, ameaça que a vítima representa e algumas características do agressor, como SDO e autoestima.

É fácil observar que estamos todos suscetíveis a ter comportamentos agressivos, mas tudo isso pode ser potencializado se estivermos em cargo de chefia, afinal, como diz o ditado: “se quer, realmente, conhecer uma pessoa, dê poder a ela”. O que pode resultar em ataques violentos em situações isoladas ou até corriqueiras. A questão é que o assunto é sério demais para aceitarmos esse nosso lado mais primitivo. Uma publicação da Harvard Business Review cita alguns dos males que chefes agressivos podem causar nas pessoas:

  • Estresse psicológico e exaustão emocional.
  • Insatisfação com o trabalho e atrasos.
  • Improdutividade e queda de desempenho.
  • Insubordinação e aumento de turnover.
  • Encoraja que os funcionários também tenham comportamento agressivo com seus colegas e possíveis ou futuros liderados.

A “exaustão emocional” é um grande desencadeador de ansiedade, depressão e em casos mais graves suicídio. Durante minha pesquisa para esse post, me deparei com um dado alarmante. Como falamos, a violência física diminuiu consideravelmente nos últimos anos: no ano 2000, 830 mil pessoas foram vítimas fatais da violência, em 2002, esse número reduziu para 741 mil. Porém, no mesmo período o número de suicídios subiu de 815 mil para 873 mil.

Embora não seja uma evidência de causalidade, as mudanças na relação de poder nitidamente tem correlação com essa estatística. É hora de darmos mais uma passo na evolução. Se “apanhar” faz parte do nosso desenvolvimento, que sejam porradas da vida, do inesperado, do inevitável. Já temos muito do que nos defender para ficarmos preocupados com chefes agressivos.

Chegou a hora de dar um fim nisso

  • Se você é o subordinado:

Siga o conselho do Rocky – em primeiro lugar, saiba separar a agressividade do mimimi. Não se vitimize com cobranças ou pressão. Se o seu chefe te respeita, segue o jogo.

Aprenda a lidar com a situação – se você está vivendo essa situação, saiba que você não está sozinho, muitas pessoas passaram por isso. Procure ajuda se for o caso e principalmente reflita muito sobre a situação (os posts sobre as pedras no caminho podem lhe ajudar).

Divida o holofote – Se você é considerado um talento na sua Organização, tente dividir as atenções com o seu chefe. Além de, na maioria das vezes, ser justo, um ambiente seguro fará bem para sua carreira.

Não se corrompa – Temos a tendência de encontrar justificativas para comportamentos agressivos dos nossos superiores, mas a verdade é que estamos apenas fechando os olhos para situações que podem ser muito mais graves do ponto de vista de outras pessoas. O psicólogo social Solomon Asch afirmava que “as pessoas se sentem obrigadas a se adequar para pertencer ao grupo, são capazes de fingir ou até convencer a si mesmas que concordam com a maioria”. A tendência à conformidade pode ser mais forte do que os próprios valores ou percepções. Cuidado!

Encerre o ciclo – Como vimos, as pessoas podem adotar comportamentos de chefes agressivos, isso forma um ciclo muito difícil de acabar. A Teoria da Aprendizagem Social de Albert Bandura afirma que “a maior parte do comportamento humano é aprendida por imitação“. Benchmarking de coisa ruim, não.

  • Se você é o chefe:

Reflita – Por experiência própria, pude sentir na pele a falsa sensação de poder que cargos podem trazer. Certa vez, no início de minha carreira, fui responsável pela decisão de encerar as operações de um setor e, consequentemente, pela demissão de dezenas de funcionários. A primeira reação que tive foi a vontade de contar para familiares e amigos que eu havia tomado uma decisão importante na empresa, eu sequer pensava nas demissões, nas carreiras e famílias que havia afetado. Claro que esse era meu papel e não poderia, jamais, me isentar de tomar tal decisão, mas a sensação que deveria ter tido é a de impotência, por não conseguir reestruturar o setor ou realocar aquelas pessoas. Meu ego ofuscou minha visão, não deixe isso acontecer.

Seja racional – Um líder precisa entender que as pessoas não respeitam apenas aquilo que temem, como alguns acreditam, na verdade elas evitam aquilo que temem. Os colaboradores podem se empenhar a alcançar o mínimo resultado possível para não ouvirem questionamentos ou sofrerem ameaças, forma-se assim um exército de pessoas medíocres, o que é ainda pior, em uma época que somos tão dependentes da criatividade, resiliência e outras características que são melhor aproveitadas quando o colaborador se sente seguro. Você está sendo marionete de suas emoções e instintos mais primitivos, seja estóico.

Não se engane – A pressão por resultados é algo completamente diferente do que um chefe agressivo é capaz de fazer. A pressão, em doses certas, é essencial para a organização. O problema é que a liderança coercitiva, além de ser muito mais fácil de ser executada, traz resultados a curto prazo, uma eficiência cega que pode fazer com que executivos, gerentes e supervisores acreditem ser a melhor estratégia.

Evite o conformismo – Não aceite o terror, o assédio ou a humilhação como ferramentas de gestão. Socrátes afirmava que ninguém deseja realmente fazer o mal, segundo ele “o mal é perpetrado pela falta de conhecimento, há apenas uma coisa boa: conhecimento; e uma coisa má: ignorância”. 

  • Se você é o dono:

Crie regras –  as pessoas precisam saber que chefes agressivos sofrerão represálias. Como vimos, se perceberem que não há possibilidades de consequências por seus atos, a tendência é que seu comportamento se mantenha ou piore. Um canal de denúncias pode fazer com que a vítima ou testemunhas divulguem o que está acontecendo e iniba embates públicos.

Vá a campo – o dono não pode se dar ao luxo de ouvir o diagnóstico apenas dos encarregados, esteja onde as coisas acontecem, questione, investigue e evite a todo custo que isso aconteça.

Redobre a atenção nas promoções e contratações – testes psicológicos podem identificar o SDO, autoestima e outras tendências de chefes agressivos. Seja participante ativo nesse processo.

Crie um ambiente seguro – algumas situações podem gerar desconfiança ou competição excessiva e já vimos quais são as consequências disso. Cuide do clima e cultura, incentive a colaboração entre todos os níveis e monitore os planos de incentivo e carreira de sua empresa, você não quer que eles tenham o efeito errado.

 

Referências Chefes Agressivos: Are Levels of Global Violence Falling? Weforum.org Link. Why Some Bosses Bully Their Best Employees? HBR.com LinkUma breve história da humanidade, Yuval Noah Harari, 2012. Uma Breve História do Mundo, Geoffrey Blainey, 2008. Small Data, Martin Lindstrom, 2016. Uma Nova História do Poder, David Priestland, 2014. O Livro da Psicologia, diversos autores, 2012. O Livro da Sociologia, diversos autores, 2013. Os Anjos Bons da Nossa Natureza, Steven Pinker, 2011

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