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Estratégia – Phil Jackson

A estratégia conquista o esporte

Imagine chegar em um ginásio para treinar um badalado time da NBA. Uma equipe lotada de gigantes, não apenas pela estatura descomunal, mas por todo seu talento e conquistas.

Você olha para aqueles atletas vencedores, impetuosos por novas vitórias, egos inflados e contando as horas para acabar com o próximo oponente, como touros que arranham o chão aguardando o momento de atacar. 

Você, então, os reúne em círculo no meio da quadra, pede para que fechem os olhos e… comecem a meditar.

Essa foi uma das estratégias inusitadas utilizadas por Phil Jackson, o lendário treinador de basquete, considerado por muitos o maior vencedor do mundo dos esportes.

Ele juntou o zen-budismo, a cultura dos guerreiros Lakota, alguns ensinamentos dos textos sagrados chineses e a boa e velha música para formar algumas das equipes mais competitivas de todos os tempos.

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Estratégia – Churchill

Uma questão de vida e liberdade

Nossa série sobre grandes estrategistas chega ao seu 4º artigo. 

Com Sun Tzu, aprendemos um pouco sobre a arte da guerra, com Maquiavel a arte da política e com Rockefeller a arte dos negócios.

Nesse texto, vamos falar de estratégia em uma das passagens mais dramáticas da nossa história recente: a Segunda Guerra Mundial.

Um palco ávido por todas essas artes. Um drama para colocar à prova todas as nossas crenças, para desafiar tudo que aprendemos e questionar tudo que acreditamos.

Uma jornada sem herói, mas com muitos atores e desfechos possíveis. 

No cenário da guerra, coadjuvantes se alternam no protagonismo, assim, surgem pontos de vista diversos. Nesse complexo e intrincado enredo, muitos personagens se destacam

O propósito dessa série não é procurar mocinhos ou algum exemplo de moral e de bons costumes.

Vamos falar de um astro da estratégia, que traz consigo todas as suas falhas, todos os seus erros e todo o lado negativo da sua persona, assim como os acertos que o ajudaram a salvar a Europa do mal maior.

Falaremos de algumas das estratégias e pensamentos do amado e odiado, do idolatrado e criticado, Winston Churchill.

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Estratégia – Rockefeller

A estratégia encontra os negócios

Como vimos nos últimos textos, o pensamento estratégico tem origem na guerra, na conquista de territórios e na subjugação do inimigo. Vimos também que a política se alimentou da estratégia para buscar o sucesso de estados e nações.

Com o passar do tempo e algumas revoluções depois, principalmente a industrial, estrategistas começaram a surgir em muitos outros setores, com grande destaque para o mundo dos negócios.

As opções de figuras notáveis nessa área são inúmeras, os livros acadêmicos estão recheados de grandes gurus de estratégia corporativa. Porém, percebi que muitos deles ficaram mais famosos por suas teorias do que pelos seus feitos.

Foi por isso que decidi pesquisar sobre quem realmente realizou a estratégia e não apenas teorizou sobre ela. 

Falaremos de um dos primeiros empreendedores a superar todos os demais, um dos mais bem sucedidos estrategistas de negócios de todos os tempos:

John D. Rockefeller, o controverso americano que, de uma forma sem paralelo em nossa história, conquistou o seu império no acirrado ambiente empresarial.

Sua empresa não se transformou apenas na número um do mundo, por algum tempo, ela foi a única.

A epítome da estratégia – eficiente e pragmática -, independente de ser boa ou má, como na guerra.

Salve-se quem puder, Rockefeller está chegando.

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Estratégia – Maquiavel

Estratégia e política se encontram

Após conhecer um pouco do pensamento de Sun Tzu, vamos avançar no tempo e estudar outra figura notável do pensamento estratégico: Maquiavel.

Assim como Sun Tzu pode ser considerado um dos precursores da Ciência Militar, Maquiavel é considerado o pai da Ciência Política. 

Usou a experiência, a observação e o estudo da história para entender as estratégias de grandes líderes que traziam o melhor resultado.

Considerado por muitos um fracasso como político, a sua verdadeira contribuição foi entender como a política realmente acontecia, sem utopias. Uma verdade nua e crua que eternizou seu legado.

Com sua principal obra, O Príncipe, o controverso italiano cravou o seu nome não apenas nos livros de história, mas também em nosso dicionário – uma honra para poucos – dando origem ao termo maquiavélico.

A conotação negativa que carrega seu nome, no entanto, é desconstruída facilmente quando conhecemos melhor o seu contexto.

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Estratégia – Sun Tzu

A base da estratégia

A estratégia tem sido um dos temas mais debatidos nas escolas de negócios desde os seus primórdios. Uma arte que teve início no combate entre tribos, influenciou a política de estados e evoluiu nas guerras entre nações, até chegar com tudo ao âmbito empresarial.

Pano de fundo para as decisões e caminhos tomados por grandes personalidades históricas, a estratégia de hoje não se resume a jogos, livros ou um discurso, em forma de castigo, do Capitão Nascimento.

O pensamento estratégico está inserido em nossa sociedade desde seu início, consolidando nosso presente e moldando o nosso futuro, esteja você fazendo uso dele ou não.

O post de hoje marca o início de uma série dedicada a estudar as ideias de grandes estrategistas

Dois são os objetivos, o primeiro é entender de maneira objetiva a estratégia na sua forma mais essencial, o que nos leva à sua aplicação prática atual; o segundo é nos proteger de estrategistas inescrupulosos, que usam verdadeiras manobras de guerra para concorrer em tempos de paz.

Para começar essa jornada, nada melhor do que recorrermos a um clássico: Sun Tzu.

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Fake Numbers – Parte 2

A liberdade está nos dados

No último post, falamos sobre o papel da ficção na evolução humana e entendemos como nossa própria mente pode nos levar ao engano.

Logo, ao nos depararmos com o conceito de Fake Numbers, ficou claro que precisamos vigiar nossas heurísticas e vieses para sermos tão assertivos quanto possível.

Seja para debater com os colegas, tomar decisões de investimento ou fazer escolhas políticas, não podemos tratar nossa capacidade analítica com descaso ou seremos sumariamente enganados.

Com o indiscutível protagonismo dos dados na Era Pós-Digital, nossa capacidade de interpretá-los se torna essencial. Caso contrário, nos tornaremos reféns daqueles que os detêm.

O post de hoje traz alguns insights e ferramentas que podem nos garantir alguma liberdade.

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Fake Numbers – Parte 1

O viés humano da (des)informação

Em uma recente entrevista sobre educação, um dos entrevistados trouxe dados de uma pesquisa que mostrava não haver relação entre as notas dos alunos na escola e seu sucesso profissional no futuro.

Isso porque, dentre aqueles mais bem-sucedidos da amostragem, não havia uma parcela relevante de ex-alunos com bom histórico escolar.

Esse argumento me gerou um incômodo. Afinal, essa narrativa isolada, sem qualquer base de comparação, me pareceu irrelevante.

Seja por um ruído na comunicação, um erro de interpretação ou realmente um erro de metodologia, o fato é que esses dados podem ter levado muitos espectadores ao engano.

Na Era da Informação esse tipo de situação pode gerar muitos problemas e, dependendo do contexto, os estragos podem ser irreversíveis: desde um posicionamento equivocado numa conversa até o fracasso total de um negócio.

Na primeira parte desse texto, vamos entrar no tenebroso mundo das Fake News para tentar desbravar os Fake Numbers e entender por que nos enganamos tanto.

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As ferramentas e insights de um executivo em busca do sucesso.


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